Notícia · Supabase · 3 min de leitura
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A Supabase anunciou no Select 2026 um fluxo code-first, servidores MCP para apps e proteções para o acesso de agentes
Em 2 de outubro de 2026, no Supabase Select, a Supabase anunciou um fluxo code-first para que agentes de código configurassem e executassem projetos, além de desenvolvimento local sem Docker, um servidor MCP para cada app e proteções no seu próprio servidor MCP.
Registro de arquivo: cobre um fato de 2 de outubro de 2026, e o publicamos em 8 de novembro de 2026. As informações vêm de fontes daquela data e podem ter mudado desde então.
Em 2 de outubro de 2026, a Supabase anunciou um fluxo code-first para agentes de código no Supabase Select, segundo o resumo do Supabase Select 2026. A Supabase disse que trabalhava com a abordagem code-first: o esquema e a configuração podiam viver no código, de modo que um agente de código podia configurar e alterar um projeto da mesma forma que um desenvolvedor.
O que a Supabase anunciou
- Desenvolvimento local: o Supabase podia rodar localmente como processos nativos, sem Docker (alfa, desativado por padrão), e várias instâncias locais podiam rodar ao mesmo tempo, uma por diretório.
- O Declarative Schemas 2.0 gerava migrações a partir de arquivos de esquema SQL com
pg-delta, e as mudanças feitas no painel podiam ser trazidas de volta para os arquivos comsupabase config pull. - Um servidor MCP para cada app permitia que os usuários do app conectassem seus próprios agentes. Ele rodava como uma Edge Function, os usuários entravam pelo Auth que o app já tinha e as políticas RLS decidiam o que cada chamada de ferramenta podia alcançar.
- O Supabase Compute, para executar serviços web e agentes em qualquer linguagem ao lado do banco de dados, foi anunciado em alfa privada com lista de espera.
- A Supabase também anunciou o Multigres, alta disponibilidade multinó para Postgres, em alfa privada, e o OrioleDB em beta pública.
O que isso significou para quem constrói com IA
O backend que muitos construtores com IA usavam estava sendo reconstruído para que os agentes pudessem configurá-lo e operá-lo, com proteções contra ações destrutivas. Como o esquema e a configuração podiam viver no código, um agente podia alterar um projeto como um desenvolvedor faria, e o servidor MCP do app permitia que os próprios usuários trouxessem seus agentes sob as regras de Auth e RLS do aplicativo.
Proteções para o acesso de agentes
O servidor MCP do Supabase pedia confirmação antes de um agente criar um projeto pago ou uma branch paga ou executar SQL capaz de apagar dados, e esses pedidos de confirmação (elicitations) vinham ativados por padrão. O Enterprise-Managed Auth para o servidor MCP do Supabase, começando pela Okta, e os tokens de acesso pessoal com escopo definido estavam em disponibilidade geral.
Fontes
- Supabase Select 2026 Recap (Supabase, 2 de outubro de 2026, oficial)
Escrito com ajuda de IA, apenas a partir das fontes listadas acima. Antes de ir ao ar, verificações automáticas conferiram as datas, as fontes e todas as versões de idioma.